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Número de crianças com depressão aumenta quase 100 por cento em dez anos

October 28, 2017

Diagnóstico é diferenciado, mas urgência em iniciar tratamento é tão importante quanto com pessoas em outras fases da vida

 

Segundo a OMS, o índice de crianças entre seis e 12 anos diagnosticadas com a doença saltou de 4,5% para 8% na última década no mundo. Como nos adultos, existem, aparentemente, múltiplos fatores que predispõem à depressão como genéticos, cognitivos, maus tratos domésticos, ser vítima de bullying, um tipo de violência psicológica ou física que a criança sofre recorrentemente, ou o luto por perda de entes queridos.

 

Por mais que a sintomatologia entre as faixas etárias seja semelhante, a depressão é multifacetada. Assim, segundo a psicóloga Izaura Furtado, uma criança deprimida pode perder o apetite, sono, ter maior irritabilidade, porque, às vezes, tem muita pressão sobre ela: tem que ir para aula, tirar boas notas, fazer aula de natação, curso de idiomas, balé. “Alem disso, tem uso das novas tecnologias que faz com que as crianças fiquem sempre ligadas e conectadas, o que também pode causar esse esgotamento físico e mental”, complementa.

 

A psiquiatra Larissa de Freitas afirma que o diagnóstico em crianças é diferenciado, pois a depressão se

 

manifesta de forma um pouco distinta nessa faixa etária. “Isso pode retardar a procura por ajuda especializada e tratamento adequado.  Por isso, a importância de buscar o profissional correto: o psiquiatra, que pode avaliar o paciente e diagnosticar o mais breve possível”, explica.

 

O psicoterapeuta Antônio Pedreira recomenda que, ao primeiro sinal, a criança deve ser levada ao pediatra ou até mesmo a um clinico geral para que seja feita a condução ao tratamento adequado. “É importante salientar a importância de procurar um tratamento logo no início para que surte efeito e não atrapalhe o crescimento e desenvolvimento da criança”, alerta.

 

A psiquiatra Larissa de Freitas salienta a importância do tratamento da doença. “Não tratar a depressão faz com o que o cérebro do indivíduo fique mais tempo exposto a esse stress oxidativo e que a ‘cicatriz’ gerada por esse evento acabe sendo maior, deixando esse indivíduo propenso a um novo episódio, por exemplo”, diz a psiquiatra.

 

A infância, relembra Pedreira, é a fase que mais se precisa da base da familiar e de suporte. “É importante que a família seja presente, acompanhe o filho e participe efetivamente da vida dele, além de dar carinho, amor e ser compreensivo, sem fazer cobranças”.

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