Alimento natural é aliado no tratamento contra a depressão

Nutricionista Mônica Menezes indica alimentos que podem auxiliar para o bem-estar e bom humor

“O equilíbrio emocional começa no intestino. Por isso, precisamos garantir matérias-primas de primeira qualidade a esse fantástico órgão”. Esse é o argumento da nutricionista Mônica Menezes para defender a alimentação natural como tratamento complementar à depressão, doença que atinge 11,5 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

As matérias-primas citadas pela nutricionista são alimentos que possuem substâncias que contribuem na produção dos neurotransmissores serotonina e melatonina, a dupla dinâmica que aumenta a qualidade do sono, a sensação de bem-estar, o bom humor e a capacidade de atenção e raciocínio, fatores de combate à doença do século. A profissional salienta a necessidade do paciente estar com boa saúde intestinal, para que a digestão e absorção das substâncias que regulam as funções orgânicas aconteça com eficácia. “Nenhum alimento ou nutriente trabalha sozinho, não devemos alimentar a crença em um alimento ou suplemento milagroso. É fundamental que estejamos desinflamados para não interferir de forma negativa no metabolismo da serotonina e nem diminuir os níveis de triptofano, aminoácido precursor da serotonina. Assim, é necessário um conjunto de escolhas alimentares inteligentes, que promovam equilíbrio em nosso organismo como um todo”, explica.

Segundo Mônica, a dieta do paciente que deseja tratar a depressão com o auxílio dos alimentos deve incluir leguminosas, folhas verdes escuras, ricas em vitaminas do complexo B, carboidratos, como a quinoa e a aveia, e algumas frutas, como o abacate.

Listamos os principais alimentos naturais para ajudar no combate à depressão:

Folhas verdes escuras:

As folhas verdes escuras, como o brócolis, o agrião, a rúcula e o espinafre tendem a ser ricas em vitaminas do complexo B e magnésio. A ausência destes nutrientes no organismo deixa as pessoas mais vulneráveis ao estresse e à depressão.

Frutas, como o abacate:

O abacate é rico em lítio, que controla a ansiedade e as alterações comportamentais, além de ômega 3, que facilita a perda de peso e reduz inflamação e ácidos graxos. Cerca de 60% do cérebro é composto por gordura, sendo o ômega-3 a principal delas. Outra fruta com ação parecida é a banana.

Leguminosas – grão de bico, lentilha, ervilhas, feijão verde:

Elas são fonte de magnésio e triptofano, aminoácido precursor da serotonina. As opções frescas são as melhores para a saúde geral.

Sardinha, Arenque, Salmão e Atum:

Esses peixes são ricos em ômega 3 que, como já vimos, é um grande aliado na desinflamação do

organismo, além de nutrir o cérebro, que tem cerca de 60% em sua composição. A nutricionista Mônica Menezes é ativista vegetariana e alerta para cuidados no consumo do salmão. “Quase 100% do salmão comercializado é o salmão de cativeiro, que se alimenta de ração com corantes para dar a cor alaranjada. Esse tipo de cultivo representa uma queda imensa na qualidade, devido ao aumento de toxinas e perfil de gorduras da carne”.

Quinoa, Aveia, Linhaça, Chia:

A linhaça e a chia são fontes vegetais significativas de ômega 3 que, vindo destes vegetais, precisa passar por nosso fígado para ser convertido no mesmo ômega 3 vindo do peixe, para promover a desinflamação do organismo e favorecer a produção da serotonina, o “hormônio do bem-estar”.

Contato:

Vinícius do Carmo (71) 99202.4396

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