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Repórter da TV Bahia fala da experiência de duas décadas no telejornalismo

September 20, 2017

Com 22 anos de profissão, Adriana Oliveira declara: “Amo o que faço, gosto dessa rotina corrida”.

 

 

Os alunos da Faculdade Social da Bahia (FSBA) receberam, na tarde dessa terça (19), a repórter da TV Bahia, Adriana Oliveira. A visita foi intermediada pela professora da disciplina de Estágio Supervisionado I, Cristina Mascarenhas, na sede da Agência Baiana de Notícias (ABAN).

 

 A repórter Adriana Oliveira, TV Bahia, falou sobre a rotina na reportagem e entradas ao vivo no Jornal da Manhã


Durante a entrevista, os alunos realizaram uma série de perguntas sobre a vida profissional da repórter que atua na área há 22 anos. Adriana Oliveira falou um pouco sobre a correria da sua rotina, que começa com o programa Jornal da Manhã, onde desenvolve atividades de apuração, gravação de entrevistas, reportagens e entradas ao vivo no programa. “O jornal é muito dinâmico e entramos ao vivo de vários pontos da cidade numa única edição. Já aconteceu de chegar ao ponto de uma entrada ao vivo 5 minutos antes de terminar o programa”, relembra.

 

Nestas duas décadas de profissão, Adriana Oliveira explica que hoje em dia os alunos da FSBA contam com uma boa estrutura, proporcionando um ensino prático durante a formação. “Antigamente, em minha graduação em Relações Públicas, eu não tinha esse fácil acesso a essa parte prática. Tive que exercitar já no mercado de trabalho. Particularmente, no início da carreira, tive que aprender o que era passagem quando estava gravando uma reportagem e o cinegrafista me orientou”, pontuou.

 

Adriana Oliveira, repórter da TV Bahia, destacou as principais características de um bom profissional

 

Ainda durante o papo com os alunos, a repórter destacou dois momentos especiais que mexeram com ela durante sua caminhada em entrevistas. “A reportagem que me marcou bastante foi a morte do menino Joel, onde me deparei com a mãe dele  transmitindo uma fé e inteligência emocional que nunca tinha visto. Já outra vez que me senti bastante tocada, foi quando estava gravando uma matéria de comportamento no GAC - Grupo de Ajuda à Criança Carente com Câncer, onde entrevistei uma menina que recebia o serviço da instituição e demonstrava uma calma e tranquilidade, mesmo com o estado avançado da doença”.

 

No fim do bate-papo, Adriana Oliveira lembrou aos estudantes da importância de uma boa preparação profissional desde a faculdade e que além de muito estudo e dedicação, amar o que faz e ser proativo são características fundamentais.

 

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