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Internet pode ser a solução mesmo em período de crise econômica

June 6, 2017

Em tempos de recessão econômica vivida pelo país, com o PIB (Produto Interno Bruto) apresentando recuo de 3,6% em relação a 2016 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quem deseja empreender individualmente pode encontrar na Internet a ferramenta necessária para prosperar o seu negócio.

 

De acordo com Nilo Meira, gerente de acesso ao mercado do Sebrae Bahia, as principais dificuldades enfrentadas pelo empreendedor individual atualmente é a estagnação da procura por produtos e serviços, que caiu 2,7% em relação a 2015, também segundo o IBGE. Na Bahia, 7.420 micro e pequenas empresas fecharam, em 2017, de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

 

SEBRAE organiza mutirões de atendimento para microempreendedores individuais

 

“Hoje há uma redução da demanda por produtos devido à estagnação da economia, mas o empreendedor não pode ficar parado assistindo isso acontecer, é preciso ir à luta, não desistir no primeiro momento e buscar ajuda especializada”, afirma Meira.

 

De acordo com dados do relatório Webshoppers edição nº 35, divulgado pela Ebit, empresa que acompanha a evolução do varejo digital no país desde 2001, o e-commerce brasileiro, em 2016, teve faturamento de R$ 44,4 bilhões, representando um crescimento de 7,4% em relação a 2015, quando foram registrados R$ 41,3 bilhões. O número de e-consumidores ativos também cresceu 22% na comparação com 2015, de 39,14 milhões para 47,93 milhões. As vendas via dispositivos móveis (tablets e smartphones), concentraram 21,5% das transações, diante de 12,5% do ano anterior. “A internet hoje é uma grande ferramenta de mercado, toda empresa física precisa utilizar esse modal para atender os seus clientes, através das redes sociais. Hoje qualquer pessoa está munida de um smartfone”.

 

O empreendimento pela internet pode se dar em qualquer ramo, como explica o gerente: “Os empreendimentos podem ser diversos, depende da necessidade e do tipo de consumidor. Por exemplo, existem negócios que são mais fáceis de trabalhar pela internet, onde este consumidor apenas tem a necessidade de ver o produto, outros produtos, como um perfume, por exemplo, que é preciso sentir o aroma, a não ser que o interessado já conheça a marca, a venda fica mais difícil. Cabe o empreendedor fazer um balanço de mercado antes de abrir um negócio”, avalia Meira.

 

Apostando no ramo de vestuário, a jovem Carolina Magalhães lançou na internet em maio de 2015, com o sócio Fabrício Capinam a Ôxe Véi Camiseteria, loja que vende camisetas estampadas com frases típicas do soteropolitano. “Não ter que pagar aluguel de espaço é, sem dúvidas, uma das maiores vantagens. O que se paga de hospedagem e domínio de site é um valor bem baixo em relação ao aluguel de um bom espaço, além de poder alcançar mais pessoas”, comenta.

 

Carolina Magalhães (à direita) e Fabrício Capinam apostaram no "casamento"da Ôxe Véi Camiseteria com a internet

 

A empreendedora destaca os feitos alcançados na rede social Instagram, um dos meios de divulgação das suas camisetas, que já conta com quase três mil seguidores: “Chegamos a ter mais de mil pessoas em alcance por semana, sem contar com os acessos do site. Só no último mês de maio vendemos 42 camisetas e tivemos uma média de 120 acessos por dia no site. Nada disso seria possível sem a Internet”.

 

Outra que resolveu se valer do poder da internet para empreender foi Lúcia Alves, dona do restaurante Tempero da Mamãe, no Bonfim, que oferece em aplicativos como Peixe Urbano e Groupon cupons de descontos para os pratos servidos. “Há dois anos iniciamos colocar cupons de descontos de até 40% nos pratos da casa. O movimento cresceu bastante. Aos domingos, principalmente, chegamos a servir 100 pratos, digo hoje que 60% vindos dos cadastros nesses sites”, conta Lúcia.

 

O SEBRAE oferece cursos e palestras mensalmente sobre desenvolvimento e gestão de pequenos negócios na Bahia.

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